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Matar homossexuais é um mandamento muçulmano, não do ISIS

por Amálgama Traduções (12/06/2016)

Autoridades sunitas e xiitas modernas sancionam o assassinato de homossexuais.

Andrew C. McCarthy, National Review
trad. Daniel Lopes e Eduardo Wolf

Sheikh Yusuf al-Qaradawi

Sheikh Yusuf al-Qaradawi

Várias notícias indicam que o número de mortos no ataque jihadista em uma popular boate gay de Orlando pode passar das 50 pessoas, com mais de 50 outras feridas. A identidade do terrorista foi informada: ele é Omar Mateen, um cidadão americano de 29 anos de idade, muçulmano devoto de Fort Pierce, Flórida, filho de imigrantes do Afeganistão.

O FBI apontou que Mateen, que foi morto em uma troca de tiros com a polícia por volta das 5 da manhã, era um extremista islâmico. O deputado Peter King (republicano de Nova York), que preside o comitê de segurança interna da câmara, diz que o atirador foi “treinado para usar armas”. Como já observamos aqui muitas vezes, treinamento militar é o que geralmente diferencia terroristas competentes de meros aspirantes. Mas quer sejam verdadeiros ou apenas potenciais jihadistas, esses muçulmanos são motivados pelo supremacismo islâmico, a crença de que a sharia – a ancestral e totalitária lei islâmica – deve ser imposta à sociedade.

Baseado nisso tudo, há uma abundante especulação em Washington e na mídia de que o ataque foi “inspirado pelo ISIS”. Isso é consistente com a inanição bipartidária, com selo governamental, que temos presenciado há um quarto de século, o que costumo chamar de “Um Islã Apenas Deles”, uma invenção da classe política que diz mais ou menos assim:

O islã é uma religião da paz, e ponto final. Fim da discussão. Grupos “extremistas violentos” como ISIS e al-Qaeda matam arbitrariamente, sem qualquer motivação ideológica real. Assim, ISIS e al-Qaeda não são islâmicos, mas, na verdade, anti-islâmicos – e se eles citam a escritura islâmica para justificar suas atrocidades, estão “sequestrando” e “pervertendo” o islã. Como devemos ver esses grupos como “anti-islã” ao invés de islã, só é aceitável chamar um assassinato em massa de “terrorismo” se as autoridades conseguirem fazer uma ligação plausível entre o ocorrido e algum desses grupos. De outra forma, se há um muçulmano envolvido, fique com “violência doméstica” ou coisas do tipo. Por último, se um ataque perpetrado por um muçulmano é terrorismo o suficiente para ser muito difícil negar, chame-o de “inspirado pelo ISIS” ou “inspirado pela al-Qaeda” ou “resistência política do Hamas” etc. – mas nunca, jamais, o atribua ao islã em qualquer de suas formas.

Isso é idiotice. Será que o ocorrido hoje, o pior ataque em massa com arma de fogo da história americana, nos ajudará a enxergar o quão idiota são esses argumentos?

Precisamos considerar em separado o islã e sua lei da sharia.

Existem várias formas de interpretar a escritura islâmica a fim de desvinculá-la da violência. Isso, claro, não muda o fato de que o islã supremacista, fundamentalista, é uma interpretação legítima, tradicional e virulentamente anti-ocidental do islã; mas pelo menos significa que podem existir outras correntes tradicionais do islã que rejeitam a violência e o sistema político-legal da religião.

A sharia, por outro lado, é gravada em pedra. Mesmo a maioria dos reformistas islâmicos reconhece que ela precisa de reforma – não que ela possa ser reinterpretada, mas que precisa ser mudada. Suas disposições e especialmente suas punições draconianas foram em grande parte estabelecidas um milênio atrás.

A exigência de que homossexuais sejam mortos não é do ISIS ou da al-Qaeda. É da sharia – que deriva da escritura muçulmana.

Uma versão em inglês do clássico manual da sharia, Reliance of the Traveller, foi endossada por estudiosos da Universidade al-Azhar, sede do ensinamento sunita desde o século X; pelo Instituto Internacional do Pensamento Islâmico, um think tank da Irmandade Muçulmana influente em Washington; e por outros influentes governos e comentaristas islâmicos. Eis o ensinamento sobre homossexualidade encontrado no capítulo “Gravidades”, dedicado às ofensas mais graves:

Sec. p17.0: SODOMIA E LESBIANISMO

Sec. p17.1: Em mais de um momento no Alcorão Sagrado, Alá nos conta a história do povo de Lot, e como Ele o destruiu devido a sua prática perversa. Há consenso tanto entre muçulmanos e quanto entre seguidores de todas as outras religiões de que a sodomia é uma gravidade. Ela é ainda mais vil e horrível do que o adultério.

Sec. p17.2: Alá Altíssimo diz: “Dentre as criaturas, achais de vos acercar dos varões, deixando de lado o que vosso Senhor criou para vós, para serem vossas esposas? Em verdade, sois um povo depravado!” (Alcorão 26:165-66).

Sec. p17.3: O Profeta (Alá o abençoe e lhe dê paz) disse:

“Mate aquele que sodomiza e aquele que permite que seja feito consigo.”

“Que Alá amaldiçoe aquele que faz o que fazia o povo de Lot.”

“Lesbianismo por mulheres é adultério entre elas.”

O sheikh Yusuf al-Qaradawi é provavelmente o mais influente jurista do sunismo vivo. Aqui, conforme reportado pelo Middle East Forum, está o ensinamento de Qaradawi sobre a homossexualidade:

Devemos estar conscientes de que, ao regular o impulso sexual, o islã proibiu não apenas relações sexuais ilícitas e tudo o que leva a elas, mas também o desvio sexual conhecido como homossexualidade. Esse ato pervertido é uma inversão da ordem natural, uma corrupção da sexualidade humana e um crime contra o direito das mulheres. (O mesmo igualmente se aplica no caso do lesbianismo.)

A disseminação dessa prática depravada em uma sociedade perturba seu padrão de vida natural e faz daqueles que a praticam escravos de sua luxúria, privando-os de gosto decente, morais decentes e um modo de vida decente. A história do povo do profeta Lot, a paz esteja com ele, conforme narrada no Alcorão, deveria nos bastar. O povo do profeta Lot era viciado nessa desavergonhada depravação, abandonando relações naturais, puras e corretas com as mulheres em busca dessa prática não natural, imunda e ilícita. É por isso que o profeta Lot, a paz esteja com ele, lhes disse: “Dentre as criaturas, achais de vos acercar dos varões, deixando de lado o que vosso Senhor criou para vós, para serem vossas esposas? Em verdade, sois um povo depravado!” (Alcorão 26:165-166)

A mais estranha expressão da perversão de natureza desse povo, sua falta de orientação, depravação de morais e aberração de gosto foi sua atitude para com os convidados do profeta Lot, a paz esteja com ele.

Os juristas muçulmanos sustentaram diferentes opiniões a respeito da punição a essa prática abominável. Deveria ser a mesma punição que ocorre para a fornicação? Deveria tanto o participante ativo quanto o passivo serem condenados à morte? Tais punições podem parecer cruéis, mas foram sugeridas para manter a pureza da sociedade islâmica e mantê-la livre de elementos pervertidos.

Desde a invasão americana no Iraque em 2003, não faltaram louvores ao Aitolá Ali Sistani, frequentemente enaltecido pela administração Bush como um “moderado” e um defensor da “democracia”. (Nós, os críticos, objetávamos que Sistani era um fundamentalista e absolutista da sharia que defendia a “democracia” – no sentido de voto popular – em uma sociedade de maioria muçulmana por ser esse o modo mais direto e eficaz de impor a sharia.) Sistani é das mais influentes autoridades xiitas em sharia que se pode imaginar. Quando lhe questionaram “qual é o julgamento islâmico para a sodomia e o lesbianismo?”, Sistani respondeu: “É proibido. Aqueles envolvidos em tais atos devem ser punidos. Em verdade, os sodomitas devem ser mortos da pior maneira possível”.

Isso, deixe a coisa entrar na sua cabeça: “mortos da pior maneira possível”.

A inspiração dos muçulmanos para tratar brutalmente ou mesmo exterminar em massa os gays não vem do Estado Islâmico. Trata-se de algo profundamente enraizado na lei islâmica, afirmado por muitos dos mais renomados estudiosos islâmicos. Eis por que, onde quer que a sharia seja lei, os homossexuais são perseguidos e mortos. Veja-se, por exemplo, esta reportagem de 2014 no Washington Post listando dez países muçulmanos onde a homossexualidade pode ser punida com a morte. (Iêmen, Irã, Mauritânia, Nigéria, Qatar, Arábia Saudita, Somália, Sudão, Emirados Árabes Unidos e Iraque – a despeito de sua nova constituição, apoiada pelos Estados Unidos).

Observe-se ainda que Omar Mateen é o filho americano, nascido nos Estados Unidos, de um casal de imigrantes do Afeganistão, onde a homossexualidade também pode ser punida com a morte – a despeito dos esforços americanos de construção nacional naquele país nos últimos quinze anos.

Como já defendi antes, embora uma proibição categórica à imigração islâmica seja uma política ruim, nossa lei de imigração deve distinguir entre a religião islâmica e o islamismo, isto é, a ideologia política que prega o absolutismo da sharia, que tende a vicejar vigorosamente onde quer que os muçulmanos formem uma massa crítica. Seguramente deveria haver restrições severas à imigração oriunda de países, regiões e comunidades (e.g., na Europa) em que os critérios da sharia são impostos de jure ou de facto.

O problema com a imigração em massa proveniente de enclaves em que prevalece a sharia não reside simplesmente no fato de que terroristas treinados podem se infiltrar em meio à população imigrante. O problema está em que os muçulmanos adeptos da sharia e refratários à assimilação formarão enclaves da sharia nos Estados Unidos, como fizeram por toda a Europa, enclaves nos quais jovens muçulmanos serão “radicalizados” bem debaixo de nossos narizes pelos anos vindouros.

Hoje, tivemos mais um vislumbre de uma radicalização que não é “doméstica”, mas fomentada por uma ideologia estrangeira, antiamericana e antiliberdade.

Amálgama Traduções

Além de textos exclusivos, também publicamos artigos traduzidos.



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[…] ocidentais, considerados hereges pelo califado muçulmano e pela shari’ah, a lei islâmica (e não só do ISIS). Foi a intolerância religiosa que não aceita o casamento gay que matou pessoas que só queriam […]

Sougus
Sougus

Não se cuidem não…………… é que lá no fundo bem no fundo das suas mentalidades isto está gravado

Silvio Otavio de Araujo
Silvio Otavio de Araujo

Não se trata só de um mandamento islâmico, mas também de todas as religiões que seguem a Bíblia (judeus, católicos, evangélicos e demais cristãos), desde que entendam que ela deve ser seguida ao pé da letra…

“Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles.” – Levítico 20:13

J.G.Mendes
J.G.Mendes

Então deve ser por isso que vemos essas centenas de ataques por parte de cristãos massacrando pessoas pelo mundo afora… Tá explcado, obrigado, Pedro Bó !

Silvio Otavio de Araujo
Silvio Otavio de Araujo
Não, Pedro Bó… Quer dizer que há grupos radicais islâmicos dentro do islã, que fogem a regra e fazem esses atentados, mas que isso não é uma orientação nem uma intenção de todos eles! É como aqui no Brasil, no caso da menina que estava na rua vestida com a roupa de candomblé, e levou uma pedrada na cabeça de um cara evangélico… Isso quer dizer que todos os evangélicos… Leia mais »
Rick
Rick

Muitos pontos fora da curva mudam a curva amigo…

Silvio Otavio de Araujo
Silvio Otavio de Araujo

Se assim é, temos que repensar também no cristianismo… As Cruzadas, as fogueiras de bruxas, as mortes e conversões forçadas de índios, as perseguições aos cultos afros, são o quê? E isso quer dizer que o cristianismo prega que devemos fazer tudo isso? Não li nada disso nas palavras de Cristo…

Rick
Rick
As cruzadas foram resposta para seculos de ataques muçulmanos, a inquisição não queimou bruxas(isto é lenda), não não houve conversão forçada dos indios.E mesmo que tudo isso fosse verdade não esta na essência do cristianismo, você não pode culpar uma religião quando as pessoas não seguem os princípios desta mesma religião, já esses “radicais” estão perfeitamente de acordo com os princípios do alcorão(procure o livro na internet e de uma… Leia mais »
Silvio Otavio de Araujo
Silvio Otavio de Araujo
Vejo que você não estudou a lição de casa direito… Defender as cruzadas? Viagens com saída da Europa em direção à terra santa? Matanças em nome de Cristo? A Inquisição não queimou bruxas? Pois saiba que em 4 séculos, de 40 a 100 mil execuções foram feitas! E muitas vezes se tratavam de denúncias vazias, quando um vizinho não gostava do outro e o denunciava como bruxo, e lá ia… Leia mais »
Rick
Rick
Se você quiser eu te recomendo uns bons livros sobre a inquisição, você esta repetindo mentiras que te contaram.Só para comprar a inquisição condenou em toda a sua historia 59 pessoas por bruxaria(bem diferente não?), a inquisição não foi criada para “caçar bruxas”, sem querer desculpar os excessos que houve, que foram fruto de distorções da doutrina e não por causa dela.Não tem comparação o Catolicismo e o Judaísmo com… Leia mais »
Silvio Otavio de Araujo
Silvio Otavio de Araujo
Realmente, melhor mesmo pararmos por aqui. Você é desses que deve acreditar que o holocausto nazista não aconteceu, nem muito menos o massacre de povos indígenas inteiros nas américas, sob a batuta da cruz e da espada… Você realmente acredita que a Inquisição precisava de julgamentos para condenar alguém? E os “julgamentos” da dúvida? “Atire uma mulher suspeita de bruxaria em um rio, amarrada por uma corda, mas que tenha… Leia mais »
Rick
Rick
Primeiro, o que o holocausto nazista tem a ver com a conversa?Você alguma dificuldade cognitiva? Segundo essas asneiras de julgamento por duvida e atirar gente em rios para provar culpa são mentira. A história da inquisição é bem documentada e existem fontes primarias as duzias, nenhuma delas fala deste monte de absurdo. Eles vão aparecer nas chamadas lendas negras, historias inventadas após o renascimento por antirreligiosos para difamar a Igreja,… Leia mais »
Silvio Otavio de Araujo
Silvio Otavio de Araujo
Primeiro: fiz uma comparação quanto a acreditar que o holocausto nazista tenha ocorrido (coisa que vários grupos hoje em dia afirmam que não aconteceu, que é tudo uma invenção) com a sua crença de que o genocídio da Inquisição tenha acontecido. Se você não acredita numa coisa, possivelmente não acredita na outra. Portanto, quem tem dificuldade cognitiva é você! Segundo: temos sim, muitos documentos da inquisição, dando conta de MILHARES… Leia mais »
Rick
Rick

Uau o grande historiador tem documentos que ninguém mais tem!!!Que coisa incrível, me diz onde posso achar esses documentos?Que não seja a wikipedia eu espero. Genocidio da inquisição, essa foi ótima, você se superou na quantidade de asneira agora, seria bom apresentar alguma prova das idiotices que esta falando.

Silvio Otavio de Araujo
Silvio Otavio de Araujo
Pior cego é aquele que não quer ver… Bem, vamos lá. Somente na inquisição espanhola, mais de 341 mil pessoas foram condenadas, mas “apenas” 31.912 foram queimadas vivas, e 17.659 queimados “em efígie”, ou seja, bonecos queimados em seu lugar, devido ao condenado não ter paradeiro definido ou já ter morrido de outras causas no momento da execução. O levantamento foi feito pelo historiador Juan Antonio Llorente, com dados entre… Leia mais »
Rick
Rick
Vamos lá, me da tédio, Cecil Roth (5 de março de 1899 – Jerusalém, 21 de junho de 1970) e Juan Antonio LlorentMarch 30, 1756 in Rincón de Soto (La Rioja), Spain – February 5, 1823 in Madrid) são pesquisadores contemporâneos e nem de longe fontes primarias, o segundo ficou muito mais famoso pelo seu anticlericalismo(era partidário de Napoleão e desejava ajuda-lo a conquistar a Espanha) do que pelo seu… Leia mais »
Silvio Otavio de Araujo
Silvio Otavio de Araujo
Amigo, vejo que você é uma pessoa turrona, e que irá negar qualquer evidência em função de suas próprias crenças. O próprio papa João Paulo II pediu perdão pelos horrores da Inquisição (http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u73742.shtml). Essas não são as únicas fontes, mesmo porque nem caberia aqui em um comentário listar todas elas. Existem versões que variam de milhões de mortes até aquelas que citam apenas uma centena delas… Jamais ficaremos sabendo da… Leia mais »
Rick
Rick
Só para constar o processo de Joana d’Arc foi totalmente irregular, inclusive foi anulado(não que isso tenha feito diferença) e ela é santa canonizada pela Igreja.Concordo com você que, na visão que temos hoje, uma unica morte já é absurda, mas a inquisição foi fruto de seu tempo antes de mais nada e aquele era um mundo onde você era obrigado a seguir a religião do seu rei e ,para… Leia mais »
Eustáquio Batista
Eustáquio Batista

O que falta neste mundo é amor,pois foi isso que o senhor Jesus deichou no encinamento dele amai a Deus sobre todas as coisas,e a teu próximo como a te mesmo,só Deus pode julgar e perduar mais ninguém!!!

Ana Silva
Ana Silva

Está a fazer uma comparação errada. Enquanto que os cruzados remontam há séculos atrás, o que se passa com os muçulmanos é presente. Está a querer desculpar quem? Além de que, um mau exemplo, se é que foi, não serve de desculpa a outro.

Silvio Otavio de Araujo
Silvio Otavio de Araujo
Não estou querendo desculpar ninguém, muito pelo contrário. Acho que todos tem sua parcela de culpa. O que eu acho errado são esses artigos que querem alimentar o ódio entre as religiões, e que querem dizer que os muçulmanos são “maus” porque sua religião é que incita esse ódio através de seu livro sagrado. Ora, se o livro sagrado do islã tem passagens terríveis, a Bíblia também tem. É muito… Leia mais »
Ana Silva
Ana Silva

Não acredito em nenhuma religião.

João Marinho
João Marinho
Desculpa, mas o problema do islã é a Sharia, sim. Reconheço que o cristianismo fez muita m… Mas a menos que as pessoas tenham visto bruxas queimadas por um tribunal inquisitorial recentemente, não faz sentido utilizar como argumento algo que aconteceu na idade média. Em que pese haver demonstrações de intolerância de grupos cristãos, elas não se comparam à instalação de um sistema jurídico completo e acabado, concorrente ao Estado… Leia mais »
Marcos Roberto
Marcos Roberto

é , tem sentido o que citou … o extremismo distorce …

Jhoy Okuda
Jhoy Okuda

O Islamismo prega abertamente que homossexuais devem ser mortos, diferentes dos “cristãos” que já cometeram muitas atrocidades por não compreenderem oque realmente Cristo prega.
Um muçulmano que não faz oque Maomé ordenou (assassinar homossexuais) é como um homem que se diz homossexual mas só transa com mulheres ou outro que se diz cristão mas não segue oque Cristo prega…
Da uma olhada nesse video: https://www.youtube.com/watch?v=wzt2Q5VZM58

Tarcísio
Tarcísio
Sertamente morreram é o mesmo que: matem eles? Tem gente que nao sabe nem interpretar um texto. Não existe nenhum versículo bíblico que Deus manda seus servos matar os homoxessuais, existe sim a punição da parte de Deus, com morte espiritual e nem herdaram o Reino Dele (1Co.6:9), para quem vive da prática desse pecado.Cristo deixou isso bem claro, a justiça vem de Deus contra as práticas que Ele abomina… Leia mais »
Ron
Ron

Na Bíblia não manda matar e esta bem claro ai, diferente do Alcorão.

Atila
Atila

E quando tua mãe usar uma roupa feita com dois tecidos terás que mata la conhece tbm imbecil

Augusto
Augusto

Realmente ao pé da letra é complicado. Mas como a própria matéria diz. O tal representante mesmo fala que devem ser mortos da pior forma possível. E isso vc não vê padres dizendo. Não estou defendendo nem nada. Só estou dizendo que pelo islamismo isso ainda é incentivado .

Leonardo albrecht
Leonardo albrecht

Vc desconhece o que é dispensação. No cristianismo não se mata homossexuais. ProclProclama-Se o evangelho. Na ressurreição vc se entenderá pessoalmente com Cristo.

nelson ferreira pinto
caro Silvio onde vc ouviu falar que esses grupos que vc relator são perseguidores de homossexuais ?…uma coisa é algum preconceituoso matar um homossexual, outra coisa é a religião ensinar que devem matar…esse ensino vc não vê entre judeus, católicos, evangélicos e demais cristãos…vc é preconceituoso, isso é crime…já o islâm é lei deles matar pessoas de prática homossexual…acho interessante sua defesa ao islâmismo…vê que vc não conhece mesmo esses… Leia mais »
Eliete
Eliete

Levítico não se aplica ao cristianismo. Quem segue Cristo sabe disso.

Daniel
Daniel

Deus me livre… quanta ignorância!!!!!!!!! se vc é brasileiro deveria está muito preocupado com a invasão desses sanguinários!!! eles destruiram a cultura dos países europeus!! estupram mulheres, matam crianças etc… vivemos outra realidade!! acorda

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[…] FONTE: Revista Amálgama […]

snipery
snipery
Silvio Otávio de Araújo,todas essas bobagens que vc falou sobre as outras religiões é mais uma maneira dos idiotas defenderem no discurso de que existe um Islâm radical e outro moderado. Mais um argumento para tirar o foco da realidade. Aff, nunca vi tanta gente tão burra quantos nos últimos tempos. As pessoas estão totalmente dominadas pela narrativa da extrema esquerda , da ONU, dos Direitos Humanos, da ideologia dos… Leia mais »
Jhoy Okuda
Jhoy Okuda

Existem pessoas que não vale a pena discutir, ele não tem o minimo conhecimento sobre nenhuma das religiões e quer compará-las, dar opinião sobre elas e não tem o minimo esfôrço de tentar entender oque dizem pra ele pois ele que é leigo em tudo já tem a opinião formada e firmada em colunas de conhecimento ZERO

Francis
Francis
Algumas pessoas estao defendendo o cristianismo sobre as perseguicoes e mortes desde o sec IV ate o sec. XVIIIcontra judeus, hereges e pagaos. E quando dizem que Jesus ensinou spenas o Amor e a Paz, mostram que realmente nunca leram a Biblia. Apesar de Jesus nao existir, quem criou esse personagem colocou alguns ensinamentos nada legais como matar os filhos desobedientes e acoitar os escravos que nao obedecerem seus mestres.… Leia mais »
Val
Val

Onde tem isso na bíblia?

João Marinho
João Marinho
De fato, não dá para comparar. As Cruzadas e a morte de bruxas foram capítulos tristes no cristianismo, mas não vemos hoje nenhuma igreja encampando essas práticas como política. A Sharia, porém, é um sistema legal atual, presente, consistente e ativo no mundo. Na verdade, o segundo sistema jurídico mais comum depois do Estado de Direito Ocidental, e via de regra ela manda ou matar ou prender ou chicotear gays.… Leia mais »
Kleber
Kleber

O certo eh que TODAS as religioes sao um atraso. Deveriam acabar com todas. A paz iria reinar no mundo!

Rodolfo Arno Borck
Rodolfo Arno Borck

10% da população masculina e feminina é gay. Por que não matam então os 10% da população muçulmana?

Samuel
Samuel
Rodolfo, parabéns! Gostei do seu argumento. O problema é que os muçulmanos não aceitam dados científicos; eles continuam sendo um povo das cavernas até hoje; entre eles não há liberdade de expressão, não há sequer liberdade, a não ser que seja a da obediência irrestrita; bom, isso nem é liberdade. Mas, gostei muito mesmo do seu argumento pois, geralmente quando se vê uma mulher defendendo o Islã … sei não… Leia mais »
Anjos
Anjos

Contra homossexuais, isso é bizarro e nojento.

Nilson
Nilson

Já um tempo atrás dei minha opinião,não confio nesse muçulmanos são fundamentalista sim,a religião e as praticas deles são as certas á dos outros povos são erradas,não sei porque eles vem para um país cristão com outros costumes.

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